O Primeiro-ministro, José Sócrates, lançou no final da última semana a concessão de estradas Pinhal Interior. Para o Governo, disse, é "o momento de olhar para a Zona do Pinhal".
A concessão terá uma extensão de 567 quilómetros, dos quais 173 respeitam a lances para construção, 135 para requalificação e 229 para exploração, com o investimento total a ascender a 772 milhões de contos.
O pacote apresentado inclui a conclusão do Itinerário Complementar 8 (IC8), entre Proença-a-Nova e a A23, assim como a construção do Itinerário Complementar 3 (IC3), entre Tomar e Coimbra.
José Sócrates, na cerimónia afirmou ainda que esta concessão é um acto de "solidariedade, justiça e afirmação do Estado Português que não quer deixar nenhuma região do País para trás, que quer fazer do território nacional um território coeso, reduzir as desigualdades e para as reduzir deve dar igualdade de oportunidades a todos".
Na cerimónia esteve também presente o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, que na ocasião homologou a adjudicação do estudo prévio para a construção do IC6, IC7 e IC37 que, futuramente, constituirão a rede rodoviária para a Serra da Estrela.
Mário Lino adiantou que a adjudicação da concessão Pinhal Interior está agendada para o primeiro trimestre do próximo ano, prevendo-se a sua conclusão no primeiro trimestre de 2012 e realçou que servirá mais de 400 mil habitantes, permitindo que as sedes de concelho "fiquem mais próximas das redes de qualidade elevada, com níveis superiores de comodidade e segurança".
Esta concessão beneficiará cinco concelhos do Distrito de Castelo Branco, que são Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão, bem como outros, como é o caso de Tomar, Ferreira do Zêzere, Alvaiázere, Ansião, Penela, Castanheira de Pêra, Condeixa, Figueiró dos Vinhos, Miranda do Corvo, Lousã, Góis, Arganil, Coimbra, Pombal, Pampilhosa da Serra, Pedrógão e Sardoal.
De verdadeiro socialista a 23 de Junho de 2008 às 09:39
Caros Socialistas, muito bem este rasgar de estradas no interior, mas já pensaram quem no futuro vai pagar a manutenção das mesmas. Um país que já não tem dinheiro para pagar pensões aos idosos, para construir hospitais, escolas, e melhorar outros já existentes, não tem também para investir em barcos de salvamento, etc, etc, etc,......Não se iludam, o paísentrou numa grande buraco e de lá não consegue sair, durante 34 anos perdeu uma oportunidade de se desenvolver, findo esse prazo perdeu o comboio e dificilemente o apanhará. Ainda falando em comboios, sabem que já temos uma modalidade de comboio que pode atingir quase 250Km/hora mas que não passa dos pouco mais de 100Km/hora, mas vamos esmifrar-nos para ter um TGV. Quem vai utilizar este cº? Quem tem dinheiro vai continuara a viajar ou de avião ou de carro de alta cilindrada, e quem não tem fica em terra. A realidade é bem diferente daquilo que se vende na prática, claro que ainda há quem acredite noestes blá blá blá. Pela minha parte toda esta propaganda já não me ilude.
De cidadao atento a 25 de Junho de 2008 às 00:07
Pois bem verdadeiro socialista ainda bem que entra neste espaço. Sabe, há umas centenas de anos atrás os marinheiros e exploradores foram criticados por dar novos mundos ao mundo. Outros ,mais tarde que se lançaram no espaço também foram ridicularizados por quem achava que o ar era dos pássaros e o solo para humanos, pois bem, deve saber que hoje o transporte aéreo é muito utilizado, embora muito poluente. >Depois foi o espaço sideral, um verdadeiro desperdício . Sabe, há muitas descobertas cientificas que só foram possíveis por serem feitas lá em cima e salvam vidas todos os dias, é bom não é ,amanhã pode ser a sua.
Quanto ao TGV, sou sincero, não sei se é a melhor altura, mas também não saberia se era a melhor altura quando os portugueses espanhóis ou holandeses se lançaram nos mares ou os franceses no ar ou os russos e americanos no espaço. Se estivermos continuamente a adiar e inventar desculpas provavelmente ainda não teríamos inventado a roda
De verdadeiro socialista a 25 de Junho de 2008 às 15:14
Meua caro, o problema está na falta de dinheiro para estas obras, visto que já escasseia para outros fins. Dou um exemplo de gastos que considero exagerados: algumas câmaras municipais dão-se ao luxo de levar velhinhos a passear de avião, ou seja vão de avião de Lisboa a Faro e regressam de Pendular a Lisboa seguindo depois para a sua zona de autocarro. Acredito plenamente que se calhar era um sonho que as pessoas tinham "andar de avião", mas o país não pode dar-se ao luxo de acarretar c/ estas despesas, já morreu tanta gente que nunca pôs o pé dentro de um avião e nem por isso deixaram de ser uns bons cidadãos. O país não pode entrar em certas despesas que se consideram supérfulas, pois se nós não temos dinheiro para equipar hospitais, ainda há bem pouco tempo foi feito um peditório para equipar uma unidade da maternidade do Hospital de D.Estefânea, não sendo a 1ª vez que aparecem peditórios deste género. Temos que prestar, segundo dizem apoio a determinados países, Afeganistão, Timor, Iraque, etc, etc, que deve envolver grandes despesas, e outros apoios a estrangeiros, portanto temos forçosamente que apertar o cinto noutras áreas. Criar infraestruturas que na prática não terão utilização é um chamado erro "crasso". Vejam como está o estado geral do país, são os desempregados que no futuro vão sustentar as obras de conservação das auto-estradas e de outras vias rápidas, não acredito que seja assim. creio que uma boa parte dos cidadãos dete país não estão em sintonia c/ o estado geral do mesmo. Não basta ser optimista é necessário viver a realidade.
De verdadeiro socialista a 25 de Junho de 2008 às 22:06
Quiz dizer: Meu caro.........
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